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terça-feira, 15 de março de 2011

Como transformar um país em piada

Enquanto o mundo volta a atenção para o Japão com piedade e preocupação, no Brasil, o desfile de encerramento do Carnaval levou mais de 500 mil pessoas para o centro do Rio de Janeiro, neste domingo.

Segundo o site de notícias do iG, “o desfile começou por volta das 9h. No repertório, composições que transitaram do samba ao funk. Ao todo 12 blocos programaram seus desfiles para este domingo, entre eles, o Galinha do Meio-Dia (zona sul), Vai Tomar no Grajaú e Quem Vai, Vai, Quem não Vai não Cagueta (ambos na zona norte). Nesta segunda-feira (14), a prefeitura apresenta o balanço geral do carnaval carioca, que, de acordo com a Riotur, teve recorde de foliões nas ruas e turistas na cidade”.


Foram às ruas comemorar o fim do Carnaval e não se dão conta de que quem está no fim é este mundo...

Quem assistiu ao programa especial “Tragédias”, da TV Novo Tempo, na tarde de sábado (possivelmente haverá outro especial na próxima sexta-feira), pôde constatar por meio das enquetes feitas nas ruas de São Paulo que o povo de modo geral anda tão desapercebido que não se dá conta do tempo em que vivemos. Alguns chegaram até a afirmar que os terremotos são causados pelo ser humano! Outros não veem relação entre essas tragédias e a volta de Jesus. Curiosamente, há até cristãos tentando tapar os sinais com a peneira do ceticismo, afirmando que “terremotos sempre existiram”. Sim, abalos sísmicos sempre existiram (pelo menos depois do dilúvio), mas a frequência e intensidade deles nos últimos anos assusta – mesmo aqueles que creem na revelação de Mateus 2:7.

Antes de o dilúvio subverter a face da Terra, homens obstinados também tentaram racionalizar as predições divinas. Ellen White escreveu: “O mundo antediluviano raciocinava que durante séculos as leis da natureza tinham estado fixas. As estações, periódicas, tinham vindo em sua ordem. Até ali nunca havia caído a chuva; a terra era regada por uma neblina ou orvalho. Os rios jamais haviam passado os seus limites, mas com segurança tinham levado suas águas para o mar. Imutáveis decretos tinham impedido as águas de transbordarem. Mas tais raciocinadores não reconheceram a mão dAquele que conteve as águas dizendo: ‘Até aqui virás, e não mais adiante’ (Jó 38:11)” (Patriarcas e Profetas, p. 96, 97).

A verdade é que quase ninguém mais fala do tsunami que varreu a Ásia em 2004. Pouco se comenta sobre a mortandade causada pelo terremoto no Haiti, no ano passado, e dos estragos causados pelos terremotos no Chile. E daqui a pouco a tragédia ocorrida no Japão também será história (exceto para os familiares das milhares de vítimas e para os desabrigados e traumaizados). Assim é o ser humano: tenta viver a “normalidade” num mundo anormal. Assim aconteceu também com os antediluvianos: “Passando-se o tempo, sem qualquer mudança aparente na natureza, os homens cujo coração tinha por vezes tremido pelo receio, começaram a refazer-se. Raciocinavam, como muitos fazem hoje, que a natureza está acima do Deus da natureza, e que suas leis são tão firmemente estabelecidas que o próprio Deus não as pode mudar” (Ibidem, p. 97). [Leia mais...]

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