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sexta-feira, 19 de março de 2010

O Sábado

"E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou" (Gênesis 2:3).



Em 1845, depois do desapontamento de 1844, o capitão José Bates ouviu que o grupo de crentes do lugarzinho chamado Washington, no estado de New Hampshire, EUA, estava guardando o sétimo dia da semana como sábado, em lugar do primeiro dia, o domingo.
 Foi lá investigar com eles quanta verdade havia nessa nova doutrina, da guarda do sábado. Até então todos os adventistas, inclusive ele, guardavam o domingo. Convencido agora de que o sábado era bíblico, decidiu mão só guardá-lo mas anunciá-lo aos adventistas.


Voltando para casa, encontrou-se com um amigo adventista, o Sr. Tiago Madison Hall, justo quando atravessavam em sentido contrário a ponte de madeira que ligava as cidades de New Bedford e Fairhaven, onde Bates morava. Ao se encontrarem, o Sr. Hall perguntou: "Que novidades há, capitão Bates?" Respondeu Bates: "As novidades são que o sétimo dia é o dia de respouso do Senhor nosso Deus" "Bem", disse o Sr. Hall, "vou para casa e hei de ler a Bíblia para ver o que há a esse respeito."

Assim fez e, ao se encontrarem no dia seguinte, o Sr. Hall havia aceito a nova luz da verdade do sábado e passou a guardá-lo. Desde então, o capitão do navio e pastor José Bates se tornou o paladino da verdade do sábado entre os adventistas. Escreveu o primeiro folheto sobre o sétimo dia como o sábado e conseguiu convencer o pastor Tiago White e sua esposa Ellen a respeito dessa nova luz, confirmada a ela numa visão em que viu o quarto mandamento iluminado com uma auréola de luz. Desde então, a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem sido a maior igreja cristã a guardar o sábado. Eis como interpreta ela esta verdade através da Crença Fundamental nº 19: O Sábado.

O bondoso Criador, após os seis dias da criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas, como memorial da criação. O quarto mandamento da imutável Lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e a prática de Jesus, o Senhor do sábado. O sábado é um dia de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é o sinal perpétuo do eterno concerto com Deus com Seu povo. A prazerosa observância desse tempo sagrado de uma tarde a outra tarde, do pôr do sol ao pôr do sol, é uma celebração dos atos criadores e redentores de Deus.

Somos guardadores fiéis do sábado? Fazemo-lo motivados por nosso amor a Cristo? - Moysés S. Nigri, Andando com Deus Todos os Dias [MM 1993], p. 315.

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